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17 de Novembro de 2018
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Encontro Ciência 2010 reflecte crescimento científico nacional
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Realização: Tv Ciência

Data: 2010

Produção: Tv Ciência

Duração: 04:25

Sinopse:

O crescimento do potencial científico nacional aumenta em todas as frentes. Um crescimento que não é posto em causa, mesmo no período de dificuldades económicas, garante o Primeiro-ministro.

Contextualização:

Os cientistas nacionais reúnem-se no Centro de Congressos em Lisboa entre 4 a 7 de Julho para dar a conhecer e debater os diversos projectos de investigação em que se encontram envolvidos.

 

O Encontro Ciência 2010 é um momento adequado para fazer o balanço do potencial científico nacional. E como refere o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior na sessão de abertura, foi preciso 15 anos para Portugal atingir os 20 mil investigadores e apenas três anos para os duplicar.

 

«Entre 2005 e 2008 esse número passa para 40 mil investigadores ETIs. Esses 40 mil investigadores que representam 75 mil pessoas em Portugal e desses 40 mil 44% são mulheres», explica Mariano Gago, Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

 

Este aumento de investigadores, considerado por Mariano Gago como uma revolução social, está a par com o aumento do número de doutoramentos. «Cem doutoramentos em 1980. Esse número, uma década depois, tinha crescido para 337, estou a falar de todas as áreas científicas, doutoramentos no país e no estrangeiro, subindo para 850 no ano de 2000 há 10 anos atrás. Em 2008 esse número tinha atingido 1500 doutoramentos por ano em Portugal, número que está em crescimento».

 

Um número que transformou o Ensino Superior ao dispor hoje de 15 mil doutorados num universo de 35 mil docentes. Mas se os doutorados e os cientistas aumentaram, o mesmo se verificou nas publicações científicas que há décadas não tinham qualquer expressão e só em 2004 atingiam as 6 mil.

 

«De 2004 a 2009 esses 6 mil convertiam-se em 10 mil, uma aceleração não apenas nas pessoas, não apenas nos recursos, mas sobretudo nos resultados», afirma o Ministro.

 

Resultados que também são visíveis pelo número de patentes registadas que atingiram em 2004 as 58 e em 2009 o número já era de 165. Mas há outros resultados. «Em 1985 Portugal exportava, do ponto de vista da balança de pagamentos tecnológicos, 10% daquilo que importava. A balança de pagamentos era de 0,1, era negativa de um para dez. Em 2009, a balança de pagamentos tecnológicos é positiva em 40%», explica Mariano Gago.

 

Mas esta evolução poderá não se manter e, por isso, o Primeiro-ministro faz um pedido e ao mesmo tempo uma promessa. «É da maior importância que a comunidade científica intervenha para aquilo que é o esforço nacional público e privado de valorização e desenvolvimento do sistema científico nacional, prossiga e prossiga com um apoio permanente e constante» afirma José Sócrates.

 

O Primeiro-ministro adianta ainda que «não há nada pior para a Ciência, nada pior para o Ensino Superior do que interrupções de políticas baseadas apenas naquilo que é a conjuntura que se vive. A verdade é que uma politica científica precisa de estabilidade ao nível dos seus objectivos, estabilidade ao nível dos seus financiamentos, e estabilidade por forma a oferecer uma carreira que permita a todos aqueles que abraçam a Ciência poder realizar seu potencial. Venho aqui também para vos garantir isto, é que o esforço que o Estado e as organizações privadas fizeram nestes últimos anos vai continuar».

 

Com mais de 1500 participantes inscritos, vários cientistas estrangeiros e empresas de várias áreas de actividade, o Encontro com a Ciência e Tecnologia 2010 apresenta, à partida, grandes expectativas.

 

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