Bem-vindo à página oficial do IICT

Nota à navegação com tecnologias de apoio

Nesta página encontra 2 elementos auxiliares de navegação: motor de busca (tecla de atalho 1) | Saltar para o conteúdo (tecla de atalho 2)
23 de Abril de 2017
 
Pesquisa Search
Notícias
Documento em destaque. Missão de Delimitação da Fronteira Sueste de Angola, 1912-1914

 

 

Missao_Delimitacao_Fronteira_Angola_1912-14

Missão de Delimitação da Fronteira Sueste de Angola, 1912-1914
[Trabalho de campo entre paliçadas do acampamento]
Negativo de vidro p/b de gelatina; 8x18 cm (estereoscópico); Negativo original
Coleção Missões Geográficas e Geodésicas - Comissão de Cartografia
Cota: CCart/VG0064, ACTD24812
http://actd.iict.pt/view/actd:AHUD27490 

 

 

Esta imagem, digitalizada a partir do negativo original, faz parte de um conjunto de ca. de 1375 negativos em vidro de médio formato (entre 9x12cm e 8x18cm) da Comissão de Cartografia, tratado no âmbito do projeto “Meio século de ciência colonial: olhares cruzados sobre o arquivo e a actividade científica da Comissão de Cartografia (1883-1936)”, financiado pela FCT. Neste projecto descreveu-se também outra documentação da Comissão de Cartografia, incluindo a incorporada em 1937 no AHU.

 

http://actd.iict.pt/eserv/actd:AHUMUd001/AHU_MU_ComissaoCartografia_1883-1936.pdf

 

O negativo é composto por duas imagens com três elementos da equipa da missão em trabalho de campo, (incluindo Gago Coutinho) em dois momentos distintos.

 

Os negativos deste formato panorâmico (8x18cm) eram utilizados normalmente para fazer fotografia estereoscópica, onde se tenta reproduzir a sensação de profundidade e ver uma só imagem a 3D. A forma mais simples de se fazer uma estereoscopia é fotografar, com uma única câmara, duas imagens, em dois tempos, deslocando a câmara uma distância similar à da separação ocular (em média 65 mm), com o objecto fotografado perfeitamente imóvel.

 

Neste caso, o objetivo foi diferente, adaptando um negativo com um formato maior para fazer duas fotografias distintas. Em missões que duravam vários anos, em áreas de acesso difícil, seria uma forma de aproveitar os recursos existentes?

 

 

2015-08-19
© 2007 IICT - Instituto de Investigação Científica Tropical
Rua da Junqueira, n.º 86 - 1º, 1300-344 Lisboa | Tel: 21 361 63 40 | Fax: 21 363 14 60 | email: iict@iict.pt